O Ateliê Fernando Perez é espaço de design e produção em Cuiabá — parte do Grupo Fernando Perez, que também abriga as marcas CASA PAPEL, CASA CORTINA e CASA RUG. O desafio era projetar ateliê funcional para produção especializada que também fosse espaço inspirador para os profissionais que trabalham lá.
Ateliê criativo é diferente de fábrica. A arquitetura precisa sustentar simultaneamente duas lógicas: funcionalidade de produção especializada (cortar, costurar, montar, acabar) e inspiração para o profissional que cria. Luz, mobiliário e materialidade importam para ambas as leituras.
O projeto precisava traduzir espacialmente a proposta do ateliê: estações de trabalho organizadas por etapa de produção, luz natural como protagonista, ambientação que respeita o ofício e inspira o criador.
Trabalhamos em quatro decisões que sustentam o Ateliê Fernando Perez.
Estações por etapa de produção. Áreas específicas para corte, costura, montagem e acabamento, com mobiliário desenhado para cada função. Fluxo organizado da matéria-prima à peça finalizada.
Luz natural como protagonista. Aberturas generosas que inundam o espaço de luz natural, valorizando texturas e materiais trabalhados. Trabalhar com tecido, papel e cortina exige leitura real de cor — a luz natural garante isso.
Materialidade sóbria e funcional. Paleta neutra, mobiliário em madeira e metal, superfícies limpas. Ambiente que não compete com o produto trabalhado — o foco visual é a peça em criação.
Áreas organizadas e amplas. Setorização generosa que permite trabalho simultâneo sem cruzamento. Ateliê que funciona bem é ateliê onde ninguém esbarra em ninguém.
Registro fotográfico do Ateliê Fernando Perez em Cuiabá. Estações especializadas de corte, costura, montagem e acabamento, com luz natural que valoriza textura e material.
Áreas específicas para corte, costura, montagem e acabamento com mobiliário desenhado para cada função. Fluxo organizado da matéria-prima à peça finalizada.
Aberturas generosas que inundam o espaço de luz natural, valorizando texturas e materiais. Luz real para avaliar cor em tecido, papel e cortina.
Paleta neutra, mobiliário em madeira e metal, superfícies limpas. Ambiente que não compete com o produto trabalhado — foco é a peça em criação.
Setorização generosa que permite trabalho simultâneo sem cruzamento. Ateliê que funciona bem é ateliê onde ninguém esbarra em ninguém.